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sábado, 28 de julho de 2012

Caneta dos sonhos, com a função conta-gotas do Photoshop



A caneta Color Picker, projetada pelo coreano Park Jinsun é surpreendente. O sensor digital detecta a cor selecionada e a compara com o ecrã a cores de sua memória, em seguida, o cartucho RGB localizado dentro da caneta mistura as tintas em conjunto para criar a cor que foi digitalizada. É simplesmente fantástico!!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Anatel suspende vendas de chips na Claro, Oi e TIM

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) planeja suspender a venda de novos SIM Cards (os chips) na Claro, Oi e TIM e alguns estados. A informação foi apurada pelo jornal Folha de São Paulo e confirmada na tarde de hoje pela agência numa coletiva de imprensa. A proibição vale tanto para SIM Cards de voz como SIM Cards de dados a partir da próxima segunda-feira (23).

Os técnicos da Anatel trabalhavam na manhã desta quarta-feira (18) na documentação para solicitar a suspensão da venda de SIMs da Claro em três estados, da Oi em cinco estados e da TIM em 19 estados. Somente uma operadora será proibida de vender chips por estado. A Vivo, aquela com maior base de assinantes e maior cobertura 3G, não entra na lista de proibições da agência porque não teve registrado pior índice de qualidade em nenhum estado.

O Conselho Diretor da Anatel explicou que a medida é similar à adotada em relação ao serviço de banda larga Speedy, oferecido pela Vivo (antiga Telefônica) no Estado de São Paulo. A comercialização do serviço ficou suspensa por dois meses até que a operadora provou à Anatel ter feito os investimentos necessários para atender à demanda de clientes com qualidade.

Veja a lista de proibições abaixo.

Claro: Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.
Oi: Amazonas, Amapá, Mato Grosso do Sul, Roraima e Rio Grande do Sul.
TIM: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia e Tocantins.

[via]

domingo, 8 de julho de 2012

Holografia vai ressuscitar ídolos da musica como Michael Jackson,Elvis,Kurt Cobain...


Michael Jackson, o Rei do Pop, deverá voltar aos palcos em breve. Calma, nenhum milagre aconteceu e o cantor, infelizmente, não vai voltar à vida. Entretanto,Depois da novidade apresentada em um show do rapper Snoop Dogg que trouce de volta o rapper Tupac, artista morto em 1996, o próximo show holográfico pode ser o do cantor Michael Jackson.
Em entrevista ao site E! , Jackie Jackson, irmão do cantor, afirmou que existe um projeto para que o Rei do Pop possa se juntar ao grupo Jackson5 para uma turnê no próximo ano, usando a mesma tecnologia. Ainda não se sabe se o projeto vai, de fato, ser colocado em prática, mas ao que parece, a apresentação de Tupac Shakur pode representar o início de uma era de shows holográficos nos próximos anos.
Após a aparição do rapper Tupac Shakur no badalado festival de Coachella, as empresas dedicadas a criar hologramas se empolgaram de vez. A Digital Domain, responsável pelo holograma de Tupac agora visa investir em nomes de peso como Elvis Presley. E, seguindo os mesmos moldes da ressurreição de Tupac, o “Rei do Rock” se apresentará ao lado de um ídolo real.Outros cogitados a virarem hologramas é Jimi Hendrix, Kurt Cobain (Nirvana), Whitney Houston, a banda The Doors e até a atriz Marilyn Monroe.
Se o sucesso é pela novidade, ou não, o certo que as especulações continuam.Freedie Mercury já teve sua oportunidade de aparecer junto ao Queen no musical em comemoração o décimo aniversario de “We Will Rock You”, em 14 de maio desse ano.
As mentes por trás deste projeto são o Digital Media Group, cofundada pelo diretor James Cameron, em colaboração com System Musion Britain Company.
E aguarda e ver se vai virar realidade. Você pagaria para ver um show deste ídolos em holograma?


                                          Vídeo da apresentação holográfica com Tupac

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Instagram e vendida para o facebook por R$ 1,8 bilhão


O fundador e atual CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta segunda-feira a compra da empresa que criou o aplicativo de fotos Instagram, pelo valor de US$ 1 bilhão (R$ 1,8 bilhão). Segundo o jovem executivo, a ideia é gerenciar o Instagram de forma independente, para permitir que os usuários continuem postando fotos em outras redes sociais.
Símbolo do Instagram: valor de venda ao Facebook é estimada em R$ 1,8 bilhão
O fundador e atual CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta segunda-feira a compra da empresa que criou o aplicativo de fotos Instagram, pelo valor de US$ 1 bilhão (R$ 1,8 bilhão). Segundo o jovem executivo, a ideia é gerenciar o Instagram de forma independente, para permitir que os usuários continuem postando fotos em outras redes sociais.

Criado pelo brasileiro Mike Krieger, de 25 anos, juntamente com o americano Kevin Systrom, o Instagram foi lançado em outubro de 2010 e é um aplicativo que permite aplicar efeitos especiais a fotos e compartilhá-las com amigos. Atualmente, a ferramenta tem quase 30 milhões de usuários e a empresa, 13 empregados.
Com a venda da empresa, o brasileiro levou US$ 100 milhões (R$ 180 milhões), correspondentes à participação de 10% que tinha na companhia, segundo a revista norte-americana Wired. Systrom, que é o CEO do Instagram, teria levado US$ 400 milhões (R$ 728 milhões) por seus 40% da empresa.
Ainda de acordo com a Wired, os 13 funcionários devem receber US$ 100 milhões referentes a um bônus, enquanto empresas que financiaram o Instagram, juntas, devem levar outros US$ 380 milhões.
Systrom afirmou no blog oficial da empresa que ele e a equipe estão "muito felizes" com a aquisição. Ele ainda disse que o aplicativo não desaparecerá, como aconteceu com alguns outros menores comprados pelo Facebook nos últimos anos.
"Nós continuaremos a adicionar novas características ao produto e acharemos novas maneiras de criar uma melhor experiência 'mobile' com as fotos. O Instagram continuará sendo o mesmo que vocês tanto adoram", escreveu Systrom.
"Estou animado por compartilhar a notícia de que nós chegamos a um acordo para comprar o Instagram e que seu time talentoso vai se unir ao Facebook", afirmou Zuckerberg em seu perfil na rede social.
"Milhões de pessoas em todo o mundo adoram o Instagram e a marca associada a ele, e o nosso objetivo é ajudar a divulgar este aplicativo e sua marca a ainda mais pessoas," disse ainda Zuckerberg.
Segundo o CEO do Facebook, os usuários terão a opção de postar ou não no Facebook  as fotos tiradas no Instagram, e também poderão ter seguidores no aplicativo e seguir pessoas separadamente dos amigos da rede social.
Pouco menos de meia hora após o anúncio, a notícia já tinha sido curtida por mais de 51 mil usuários do Facebook
Fonte:iG

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Google chrome se torna o mais usado no Brasil e segundo mais usado no mundo

O Chrome, navegador da gigante Google, ultrapassou pela primeira vez o Firefox, da Fundação Mozilla, em participação de mercado em todo o mundo.
Além de passar a ser mais usado do que o Firefox, o Chrome, agora segundo colocado mundial, diminui consideravelmente, a cada ano, a distância que o separa em todo o mundo do líder de mercado dos browsers, o Internet Explorer, da Microsoft.
O Chrome, que tem apenas três anos de vida, dobrou sua participação de mercado nos últimos 12 meses e chegou a 25,7% das preferências mundiais. O Firefox, vice-líder no levantamento da empresa de novembro de 2010, com 31,2%, caiu agora para a terceira colocação, com 25,2%.
O primeiro no mundo continua a ser o IE, com 40,6% de participação. A liderança era, no entanto, bem mais folgada: no levantamento de 2010, ele tinha 48,2% do mercado mundial.
O Safari, da Apple, está em quarto, com 5,9%, e o Opera em quinto, com 1,8% do mercado.
Mas no Brasil, de acordo com os dados da pesquisa da StatCounter, a realidade é ainda mais favorável ao Chrome: por aqui, o browser da Google já é o líder de mercado.
Com a preferência de 39,8% dos usuários, o Chrome assumiu, no mês de novembro de 2011, a primeira colocação do mercado de navegadores de Internet no Brasil.
Ultrapassou o Explorer, que agora tem 34,4%, e o Firefox, com 23,8% do market share no País.
Para se ter idéia do tamanho do pulo do Chrome, em 2009 ele tinha apenas 5% dos usuários brasileiros, contra 60% das preferências do Internet Explorer.
Um salto realmente impressionante.
 Outro fato a ser destacar é opera que não faz frente ao chrome e IE mais nos celulares e smartphones e líder absoluto. São 90,4 pessoas utilizando o navegador Opera Mini e 15 milhões utilizando o Opera Mobile a cada mês. Mais de cem milhões de pessoas no mundo inteiro usa o Opera no celular e smartphone.
Para a Opera Software, a tendência é que a internet móvel ultrapasse a do PC em número de usuários ativos.
A empresa vem investindo pesado para manter a liderança no campo dos navegadores para celular, smartphone e outros dispositivos móveis.
Vai ser difícil tirar a liderança do Opera no mercado de navegadores para dispositivos móveis.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Bloquear o BBB nas redes sociais

Com a estreia do “Big Brother Brasil” 12, surge um movimento na internet para tentar boicotar o programa, que vira tema corrente nas conversas da rede.
O programador Luís Coimbra anteviu problemas que os anti-reality enfrentarão durante os três meses da atração e criou para o navegador Google Chrome a extensão “No BBB“, que bloqueia todo conteúdo relacionado ao programa.
A aplicação atua no Facebook e Twitter, fazendo com que textos publicados pelos contatos contendo palavras como “BBB” e “Big Brother” sejam travados. Um aviso diz: “Conteúdo bloqueado por conter texto relacionado ao BBB, se quiser ver clique aqui.”

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

FBI tira Megaupload do ar, e sofre retaliação de Hackers



O Megaupload, maior site de compartilhamento de arquivos da internet, teve seu fim súbito hoje, após uma ação do FBI que tirou o site do ar e prendeu vários funcionários responsáveis pelo site.
A investigação teve início depois que vários produtores de conteúdo indiciaram o site por pirataria, o que causou um prejuízo de 500 milhões de dólares só de filmes. O site já estava na corda bamba após ameaçar a Universal Music Group por retirar sua propaganda com participação de vários artistas conhecidos do ar.
Na Nova Zelândia, o criador do Megaupload, Kim Dotcom, foi preso e responde a vários crimes, como  extorsão e conspiração para lavagem de dinheiro, além de outros três. O processo na justiça diz que o Megaupload é uma “organização criminosa mundial cujos membros participam de infração de direitos autorais e lavagem de dinheiro em uma escala massiva”. O processo ainda diz que eles faturaram pelo menos US$ 175 milhões promovendo ações criminosas.

Momentos depois um grupo hacker  que tem por nome de Anonymous derrubou os sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music e da Motion Picture Association of America. De acordo com a conta do grupo no Twitter, o ataque é uma espécie de retaliação às prisões dos responsáveis pela página de armazenamento de arquivo Megaupload, retirado do ar depois de uma ação conjunta do FBI com o Departamento de Justiça.
As mensagens no microblog citam a participação de mais de 5.000 pessoas em um ataque de negação de serviço (DOS), que utiliza a capacidade de vários computadores para sobrecarregar os servidores de um site específico. “Esse é o maior ataque já feito pelo Anonymous”, aponta  um dos tweets.
Os Estados Unidos vivem um intenso debate por conta de duas leis, a  Stop Online Piracy Act (SOPA) e Protect IP Act (PIPA), que prometem tornar mais rigoroso o combate à pirataria na Internet e podem até responsabilizar os fundadores e executivos das empresas que mantiverem arquivos ilegais em seus sistemas. Diversos portais, como Google e a Wikipedia em inglês, fizeram protestos contra as medidas.
                                                                                                                                                                                                                                     

O site se manifestou para a Associated Press e diz:
"O fato é que a grande maioria do tráfego do Megaupload é legítimo. Se a indústria de conteúdo quer tirar vantagem da nossa popularidade, estaremos felizes em dialogar"                

Fonte: Veja